Sabemos que cabalisticamente os nossos destinos estão configurados para equações difíceis de decifrar antecipadamente. Não prevemos o futuro, as coisas mais espetaculares que acontecem nas nossas vidas são de forma casual.
Muitas vezes estamos vivendo uma expectativa de que uma coisa aconteça, vivemos aquele momento, contamos os segundos, e quando nos deparamos, somos tomados de assalto por outra situação que já não lembrávamos mais.
Colhemos o que plantamos, portanto as milhões de mudas que estão nascendo dentro da nossa plantação vasta, brotam de forma inesperada, e quando percebemos, o foco de direcionamento muda. É bem certo que vivemos de várias expectativas, atacamos de vários fronts.
Dentro da maçonaria eu experimentei o conhecimento da espiritualidade plural. Lido com todas as liberdades de expressão, dentro de uma unidade eloquente de pensamento e ensinamentos que vamos acumulando.
Dedico o meu tempo sempre ao saber, procuro sempre melhorar como ser humano, como pessoa. Tanto no âmbito familiar como no social. A maçonaria me ensina todos os dias as diretrizes corretas e eficientes para se ter uma vida mais altruísta.
Lá, no Grande Oriente, vislumbro o meu aperfeiçoamento espiritual. Me completo como um humano, mortal como todos, mas sabedor da existência divina que me acompanha para todos os lugares por onde ando. Amo a humanidade e sou sabedor de que ela é muito complexa.
