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quarta-feira, 12 de março de 2014

Maomé, da divindade à perfeição humana


Maomé foi um líder político e religioso árabe, e para a religião islâmica, ele é o mais recente e último profeta do Deus de Abraão. Os muçulmanos dizem que ele foi precedido em seu papel de profeta por Jesus, Moisés, David, Jacob, Isaac, Ismael e Abraão.

Como figura política ele unificou várias tribos árabes, o que permitiu as conquistas do que viria a ser o império islâmico, que se estendeu da Pérsia até a Península Ibérica. Apesar de não ser considerado um ser divino, ele é visto como um dos mais perfeitos seres humanos.

Ele nasceu em Meca, e é para lá que todos os muçulmanos peregrinam pelo menos uma vez nas suas vidas. É a famosa peregrinação à Meca, um encontro Islã de todos os adeptos da religião no mundo inteiro. Isso realmente é fantástico.

Alguns fanáticos religiosos usam o nome do profeta para fazer o terrorismo, mas isso antes de mais nada é uma atividade de política de resistência. A ocupação ocidental, principalmente o sionismo em Jerusalém, fazem com que pedras sejam atiradas em tanques de guerra.

Existe uma mal interpretação em tudo isso, pois o exército de fanáticos religiosos que viram homens-bomba, causam estragos e deixam cicatrizes na humanidade. Usam o nome de Maomé em vão. Ele recebeu a visão do anjo Gabriel, e escreveu os seus versos, posteriormente reunidos e integrados no Alcorão.

Ainda se tem muita coisa bela para falar de Maomé, mas fica aqui um pequeno registro da sua importância para uma boa fração da população mundial. Os profetas estão aí, Maomé foi um deles, abençoado pelos fluidos celestiais.