Muitas vezes me pergunto sobre o destino que me acompanha para onde quer que eu vá. Se o destino foi traçado antes mesmo da minha concepção material, certamente que eu não tenho como revertê-lo.
Alguns escritores iniciados no conhecimento filosófico místico, já falaram que até o dia de sua morte sabem. Mas não pulam de um penhasco, como livre arbítrio, pois podem ficar até a data chegar preso a uma cadeira de rodas.
O que sei é que o destino é mágico. Espero o meu, sem medos. O que foi reservado para mim está de cadeira cativa. Não sou devedor neste mundo terreno, e posso imaginar que no plano metafísico poderei usufruir de um conforto espiritual.
Portanto a magia do destino está exatamente em enaltecer a vida no presente, sem esperar grandes coisas. Pois as grandes coisas quando aparecem, elas chegar do nada, como um sopro que apaga uma vela.
Estou atento a todos os detalhes que me cerca, e sei demais que para se ter destino, antes de mais nada, é preciso se viver com plenitude o presente.