quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A existência do saber divino


Sabemos que cabalisticamente os nossos destinos estão configurados para equações difíceis de decifrar antecipadamente. Não prevemos o futuro, as coisas mais espetaculares que acontecem nas nossas vidas são de forma casual.

Muitas vezes estamos vivendo uma expectativa de que uma coisa aconteça, vivemos aquele momento, contamos os segundos, e quando nos deparamos, somos tomados de assalto por outra situação que já não lembrávamos mais.

Colhemos o que plantamos, portanto as milhões de mudas que estão nascendo dentro da nossa plantação vasta, brotam de forma inesperada, e quando percebemos, o foco de direcionamento muda. É bem certo que vivemos de várias expectativas, atacamos de vários fronts.

Dentro da maçonaria eu experimentei o conhecimento da espiritualidade plural. Lido com todas as liberdades de expressão, dentro de uma unidade eloquente de pensamento e ensinamentos que vamos acumulando.

Dedico o meu tempo sempre ao saber, procuro sempre melhorar como ser humano, como pessoa. Tanto no âmbito familiar como no social. A maçonaria me ensina todos os dias as diretrizes corretas e eficientes para se ter uma vida mais altruísta.

Lá, no Grande Oriente, vislumbro o meu aperfeiçoamento espiritual. Me completo como um humano, mortal como todos, mas sabedor da existência divina que me acompanha para todos os lugares por onde ando. Amo a humanidade e sou sabedor de que ela é muito complexa. 


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

O olhar de Hórus


Na mitologia egípcia, Hórus é o Deus dos céus, muito embora a sua concepção tenha ocorrido com a morte de Osíris. Tinha a cabeça de falcão e os olhos representavam o sol e a lua. Matou Seth, tanto por vingança pela morte do pai, Osíris, como pela disputa do comando do Egito.

A egiptologia realmente me fascina... Tebas é uma cidade que não só tive o privilégio de estudar, como também o de conhecer pessoalmente. Cidade do Antigo Egito, capital do reino durante o Império Novo, nas suas proximidades ergue-se hoje a cidade de Luxor.

Tebas e a sua Necrópole foram classificados Patrimônio Mundial da Unesco em 1979. No período do Novo Império, Tebas viveu seu auge, atraindo boa parte da riqueza do Egito e das terras não conquistadas. Tebas foi saqueada pelos Assírios, evento relatado na Bíblia (Livro de Naum, 3, 8-10).

O olho de Hórus, antigamente chamado de olho de Rá, simbolizou o poder real dos faraós, e foi um dos amuletos mais usados dos egípcios de todas as épocas. É um importante símbolo de poder chamado de Wedjat .

E como os egípcios acreditam que os olhos são os espelhos da alma, eu pude observar, quando pessoalmente lá estive, a magnitude deste simbolismo hieroglífico. Fui acometido de visões além da explicação, quando de fato encarei ele na cidade de Luxor.

Guardo comigo todas as experiências místicas de um dia ter colocado os pés em terras tão sagradas...


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Debutando em teosofia filosófica


Debuto as minhas primeiras linhas neste blog com a clarevidência de que ele me servirá de ferramenta literária acerca das minhas visões sobre a humanidade em todos os seus aspectos. Seja de caráter político ou religioso, irei conduzir os meus pensamentos com muito altruísmo.

Vejo que a humanidade hoje vive em conflitos religiosos, levantes islâmicos em todas as partes do mundo. O sionismo que massacra toda o povo palestino. Aliás, todos sabemos do aliado forte e financiador do sionismo, que é o governo norte-americano.

É uma situação que se arrasta desde o fim da II Guerra Mundial, desde a criação da ONU. Colocaram o povo judeu no território que os pertencia há dois mil anos, e justamente dentro de um caldeirão efervescente, onde as hostes do islamismo já havia fincado a sua bandeira.

Não venho aqui falar dos profetas da humanidade, pois seja Moysés, Cristo ou Maomé, foi a humanidade que se fornicou em guerras durante séculos, milênios, em busca de conquistar terras, muitas vezes consideradas santas para eles.

Mas o que vemos atualmente é que a situação ficou bastante conflituosa. Jerusalém está dividida entre judeus, muçulmanos e cristãos, e todos eles apregoando um radicalismo fanático-religioso sem tamanho. Mas esquecem eles que seus profetas sempre pregaram o amor ao próximo e a paz.

O entendimento de toda uma situação não poderá ser feita em apenas um post, vou abrir uma série de reflexões acerca de tudo o que idealizo a respeito do assunto. Debuto as primeiras linhas desse blog, confiante de que alcançarei o entendimento dos meus Irmãos, com sabedoria e eloquência.