segunda-feira, 31 de março de 2014

A Ilíada dos sonhos


A semana começa, e com ela todas as possibilidades de se construir um elo permanente entre a positividade que emana, e com isso, deixar as coisas insignificantes para o lado. Volto às minhas atividades literárias sabedor de que sempre nos reinventamos.

Eu passo todos os meus finais de semana aprofundado nas leituras, busco sempre o conhecimento quando estou desfrutando do meu descanso. Nada para mim é mais importante que descansar com uma boa leitura na cabeceira da cama.

Li esse fim de semana a Ilíada, do poeta Homero. Em versos, ele personificou a maior epopeia de todas, me perdi nos seus versos. Heitor, o domador de cavalos e a sua trágica morte na espada do poderoso Aquiles. 

Esse por sinal entrou como um mito para toda uma eternidade. O seu amor por Brisseis, deixou desprotegido o seu calcanhar. Troia incendiando e ele atrás de sua amada. E por ironia, as flechas de Paris foram as que levou o mito ao chão.

Paris, que desencadeou tudo por ter roubado a magnífica Helena de Menelau, quando estavam em comemoração por ter selado a paz entre seus povos, pôs fim ao melhor guerreiro da antiga Grécia, o poderoso e nobre Aquiles.. Toda a mitologia grega é frutífera como um explendido espetáculo para os seus leitores.

A sabedoria de Príamo, nos contemplou com o respeito acima de tudo pelos seus dois filhos príncipes. Certamente que foi enriquecedor demais eu ter lido a Ilíada. São belas estórias como essas, que me sustentam em divagações profundas.

A leitura nos transporta para vários mundos.  

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