Estou agora concentrado na mais pura reflexão acerca do misticismo que abstraio dentro da minha vida maçônica. Quando estava perdido na vida profana, mergulhado nos seus pecados e sem um mínimo de espiritualidade, penso que estava realmente perdido.
Mas a luz apareceu em minha vida há quase duas décadas, e me aprofundei nos mistérios indecifráveis da fidelidade espiritual e individual. Sou sabedor que hoje não sou mero espectador nesse mundo cheio de injustiça.
As minhas contribuições não precisam ser enumeradas aqui, pois caso fossem não seriam de fato. Não preciso abrir a boca e falar para o mundo as formas que contribuo para as mudanças que acho pontuais, sempre dentro de um assistencialismo social.
Na minha vida maçônica aprendi o real valor de ser um ser-humano digno e honesto, sempre procurando levar ao conhecimento dos que posso, a espiritualidade que emana nos simbolismos decodificados pela minha essência mística.
Sou sabedor de que estou em plena comunhão com o sagrado, e o poder superior, da forma como eu o concebo, é o alicerce que me faz levantar todos os dias e humildemente reconhecer que tento ser um bom Maçom.
As hostes da essência mística me acompanham para onde vou.

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