terça-feira, 13 de maio de 2014

A beleza da esência


Toda a essência do sentido de contemplação me permite observar o quanto é bela as funções de observância da retidão. O belo a que me refiro não é o estético, mas sim o que se posiciona por trás das corinas da vida terrena.

Com fluidez, passo todos os momentos contemplando a beleza da essência da vida. Abstraio toda a pedra fundamental que me faz gigante, e que me completa por inteiro. Não sou mero espectador dese cenário não tanto apropriado.

Portanto observo o belo, vejo com muito sentido o que me faz interagir com o místico que está ao meu lado. Rondo por intermináveis caminhos dentro de transístores abstratos. A pluralidade das coisas está no fato de continuar a  representar sem medo, esse teatro da vida.

Contemplo, observo os mais plurais de todos os segmentos divinos, e aponto para uma direção que sei que jamais irei errar. Por mais que possa dizer ou atribuir que as situações são combinações de consequências, concordo também com o casual.

E esse casual é o que me permite fazer um apanhado geral de possibilidades que não estão programadas para acontecer. Essas não programadas de fato são as mais especiais. A metafísica me possibilita toda a combinação que abstraio do mundo.

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