A verdade não está nos quatro cantos da palavra divina. Ela tem que se bem interpretada pelas pessoas que buscam incansavelmente por ela. A minha verdade ainda não está conceitualmente formatada em reflexos abstratos.
Por isso tento sempre a leitura da dinâmica da palavra dos provérbios. É lá que está escrito várias significações que me abençoam quando as decifro. Mas a verdade acima de tudo é individual, ela não pode ser igual de uma pessoa para outra.
Mesmo sabedor da coletividade em que vivemos, vejo com grande esforço que verdadeiramente estive perdido nos caminhos da emblemática verdade que observo hoje. E a minha verdade é bastante particular, posso comungar com outros Irmãos, mas em momentos ritualísticos.
Vou sabedor de que ela não me persegue, pelo contrário, eu é que tenho que ir atrás dela. Devagar, vou descobrindo atalhos que me levam a ela, vou de mansinho, sei que verdades absolutas não existem, mesmo que acredite plenamente nas minhas.
Portanto deixo aqui um pedaço da minha verdade, que ela seja interpretada de uma forma bastante singular. Ficarei atento a todos os possíveis desdobramentos da conjuntura dela com as possibilidades não místicas. A verdade de fato quem sabe somos nós.
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