Os faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos jamais tiveram a noção que os seus feitos durariam milênios, e virariam uma das setes maravilhas do mundo. Muitas vidas foram perdidas para o erguimento das magníficas arquiteturas das pirâmides.
Muitos escravos contribuíram com as suas vidas para construírem os templos funerários com tantas riquezas e pujança no que hoje até denominamos nomenclaturas para as maravilhas modernas. São o que chamamos de projetos faraônicos.
Sou abençoado por ter entrado nessas três pirâmides, tive o privilégio de respirar a atmosfera que pairava no ambiente sagrado e de tamanha relevância. Na verdade uma relevância ultra-superlativa.
O olhar de Hórus está inserido dentro dos infindáveis hieróglifos que simbolizam uma forma de contar as estórias fabulosas dessa antiguidade mística. Câmeras mortuárias, locais sagrados onde se esconderam os tesouros para os faraós utilizarem nas suas vidas além-vida.
Infelizmente tudo foi saqueado. Mas muitas coisas puderam ser recuperadas e estão no museu do Cairo e em várias partes do mundo como Londres, Munique, Estados Unidos. O patrimônio egípcio é também mundial. As pirâmides do destino me mostraram quando lá estive, a retidão de uma soberba e superlativa comunhão poderosa e metafísica.

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