As silhuetas do pensamento objetivo me leva a uma interpretação do absurdo. Tento de todas as formas avaliar a minha capacidade de percepção em relação às coisas que me cercam, e invariavelmente me pego em constantes reflexões.
Sei demais que em todos os processos em que estive inserido, dentro de um misticismo voluntário e de reclusão, sempre admirei que o mais belo acontecimento que possa ser visto, é a proeza de uma substância divina.
E essa substância é plenamente observada por mim. Tento compreender, com todas as minhas abstrações, como posso estar com angústias dentro do meu íntimo. Mas tudo isso faz parte de um complexo simbologismo no nosso ser.
Vivo convicto de que se tudo na vida é uma consequência das nossas habilidades. Portanto sempre formulei a minha energia, as canalizei para o momento de moldar as estruturas de um palco apropriado para ser representado.
Navegar é preciso, filosofar mais ainda.

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