terça-feira, 21 de outubro de 2014

O olhar do destino


Não procuro fugir do olhar que me encara de forma nítida, e se preciso, entro no embate. Nunca para perder, sei que a vida é uma constante e democrática luta pelo posicionamento do que pensamos, e condicionar isso é sempre um desafio.

Mas não quero aqui levantar questionamentos subliminares, muito menos mandar indiretas para os que não comungam da minha forma filosófica de ver a vida. Apenas faço um trabalho de operário, diante de tantos questionamentos.

Sei demais que procuro ser firme em meus posicionamentos, e sei também que muitos discordam de mim. Não estou aqui para pegar no machado, muito pelo contrário, sempre levantarei a bandeira da paz e da unidade. 

Aos meus Irmãos, rogo por uma nova era, um novo esplendor se apresenta para mim como a máxima da atividade lúdica sob o ponto de vista formal. Quero celebrar, e como quero. Busco compartilhar minhas idéias, e sei que minha eloquência atinge o entendimento da maioria.

Vou ficando por aqui, espero que meus Irmãos estejam todos unidos em um único propósito: estabelecer a ordem. 

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